Carlos Gracie Jr: Jiu-Jitsu Esportivo Vs Defesa Pessoal

Carlos Gracie Jr: Jiu-Jitsu Esportivo Vs Defesa Pessoal


Nowadays, words on the streets and internet, Everyone wants, sometimes, to emphasize something and say that are two types of Jiu Jitsu, the self-defense Jiu Jitsu and the sport Jiu Jitsu I think this is a little bif of fantasy, from people wanting to divide Jiu Jitsu Jiu Jitsu is only one thing. When someone walks into and academy, and they don’t know Jiu Jitsu, they will learn a Jiu Jitsu style that teaches how to defend themselves, from an aggressor on the streets. And what would be the most common attacks that could happen on the streets, in the everyday life. and this would be the self-defense side, the name people gave to this, to give some more significance, they name it, self-defense, Jiu Jitsu self-defence. At the beginning, you start learning all the basic positions, the most basic positions inside Jiu Jitsu, Then you start to develop your Jiu Jitsu knowlege and you start to practice Jiu Jitsu with other partners, that also know Jiu Jitsu, and are not begginers anymore. So a Jiu Jitsu training starts between these two, with other different partners, then, for that, they call sport Jiu Jitsu. From my point of view, everything is the sport Jiu Jitsu, everything is the self-defense Jiu Jitsu. Because you already will be in a second level, you already learned Jiu Jitsu, and now you are learning how to practice your self-defense Jiu Jitsu, with someone who knows Jiu Jitsu as well. And then you deepen your understanding of Jiu Jitsu. How are you going to mount on a Jiu Jitsu practioner that knows the defenses, that has a good guard that won’t let you mount on him? You will have to create technical resources, to overcome his defense, to go for the mount on this individual. In the case of Jiu Jitsu that people call self-defense, when you learn in class, you learn how to mount on an ordinary person, you learn how to mount on a layman, and this person won’t know how to defend from the mount. But a technical Jiu Jitsu practioner, graduated, he knows the defenses and won’t let you mount, because he will know all the defenses, then you will have to find a way to circumvent all of this, you will have to create techniques, create positions, to go for the mount on that person. this Jiu Jitsu is a self-defense Jiu Jitsu in a higher level, because if it happens on the streets, that this person from self-defense, (that you learned on those very first classes), also be a guy that learned Jiu Jitsu before and won’t let you mount, you have already created enough techniques to rip off the defense and mount. So, for me, all the Jiu Jitsu, the whole Jiu Jitsu is just one thing, there’s no separation!

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33 thoughts on “Carlos Gracie Jr: Jiu-Jitsu Esportivo Vs Defesa Pessoal”

  • Boa entrevista com o mestre Carlos Gracie jr! Apesar de ser um mero faixa azul e não ser um profundo conhecedor da arte, também acredito que o jiu jitsu é um só, e suas técnicas são, digamos, universais, aplicáveis a diferentes situações. Entretanto, existem algumas ações, sejam posições ou golpes, que se aplicam melhor quando o oponente (adversário, agressor) pode se utilizar de socos e chutes, dedos nos olhos, golpes baixos, etc, que não são permitidos na luta esportiva. No meu ponto de vista, isso cria estratégias diferentes para determinadas situações, e que acabaram por gerar essas duas classificações, o jiu jitsu de defesa pessoal e o esportivo. Portanto, talvez o que o pessoal queira dividir é o tipo de estratégia a ser aplicada em cada situação e não o jiu jitsu em si, para criar aulas mais específicas para cada caso. Não pretendo com essa opinião gerar nenhuma polêmica, só expressar um ponto de vista. Oss

  • Diego Marcel Vieira says:

    Acho que o Jiu Jitsu é, realmente, um só. Mas o pensamento de defesa pessoal é diferente do pensamento de competição. O exemplo dado pelo mestre, no qual se em uma situação na rua o outro também dominar técnicas de Jiu, você teria que usar mais de seu conhecimento para avançar na guarda é verdadeira. Mas, na rua, você faria isso se preocupando com socos e chutes, em uma competição você pode chamar pra guarda e usar a lapela por exemplo. Ou seja, pensamentos diferentes, sim. Mas de uma só arte. Concordo com a conclusão dele, mas não com as premissas.

  • Defesa pessoal, queda e chão! Um Jiu-Jitsu eficiente, que não requer força ou habilidades extraordinárias e pode ser praticado por todos. Foi esse Jiu-Jitsu que aprendi com o Mestre Carlinhos na Gracie Barra e me tornei Tri-Campeão Mundial na Faixa Preta. É esse o Jiu-Jitsu que passo para os meus alunos.

  • Concordo em gênero, número e grau com o Mestre Carlos Gracie Jr. O Jiu-Jitsu não é só uma luta de chão, "também" é luta de chão. Pra representarmos o BJJ, temos que conhecer todos os aspectos dessa Arte Marcial maravilhosa ou seja, defesa pessoal, lutar em pé e no chão, com e sem kimono. Ao Mestre Carlos Gracie Jr. só posso dizer OSS.

  • Frederico Pimentel says:

    O legado transmitido ao mestre Carlos Gracie Jr faz com que com simples palavras ele consiga traduzir o que este esporte representa em seu contexto, tanto com kimono ou sem, tanto na defesa pessoal ou no esportivo, faz com que se unam para que o jiu jitsu tanto em pé quanto no chão, seja arte marcial mais completa do mundo. Parabéns mestre Carlos Gracie Jr pelas palavras. Ossss

  • MarcianoJiuJitsu says:

    O Jiu Jitsu não pode ser reduzido as regras competitivas. A competição é uma parte muito importante da modalidade mais o Jiu Jitsu é muito maior que as regras que o limitam em uma competição. A metodologia da Gracie Barra está ligada a raiz mais pura do Jiu Jitsu o que torna a pratica de nossos estudantes uma experiencia completa e altamente segura para atender os diversos objetivos de diferentes praticantes. Jiu Jitsu é a melhor defesa pessoal do mundo, não só contra um possível agressor mais contra o estilo de vida moderno onde o sedentarismo, má alimentação, doenças cronico degenerativas, estresse são inimigos reais e que precisamos combater todos os dias. Jiu Jitsu Gracie Barra é sua blindagem pessoal, encontre uma escola e faça uma aula experimental. Defenda-se de si mesmo. 

  • Joey McAllister says:

    The problem is that the attacker on the street does NOT know jiu jitsu- so he reacts in a violent and unpredictable way. When he punches, if the jiu jitsu practitioner isn't 100% familiar with managing distance on the ground, he will get punched often- and hard. Rolling jiu jitsu is totally different because there is no respect given to distance. In fact, the distances are so different as to be 2 totally different elements all together. Hence the differentiation- sport jiu jitsu and self defense. The most troubling aspect is that Carliñhos knows this very well. He's a master of distance management. So curious that he doesn't teach it.

  • Antônio Cássio says:

    claro você se agarra com o bandido dai o comparsa vem e te da um tiro na cabeça, não use esse esporte para se defender!!!

  • O Jiu Jitsu teve que ser inteligente o suficiente para saber o que jiu jitsu técnicas para usar eo que não em uma briga de rua . O jitsu cara esporte jiu estará pronto em uma briga . Jiu Jitsu é um jogo de pensamento do homem !! … OSS !!

  • Beleza, então comente sobre esta entrevista, senhor Carlos Gracie Jr.
    http://oglobo.globo.com/rio/bairros/reylson-gracie-volta-ao-rio-critica-jiu-jitsu-ensinado-mundo-afora-10812839

  • Prof Robson Silva says:

    Resposta simples e direta. Depende do Professor… Se o cara so ensina o jiu-jitsu "esportivo" os cara so irão defender este lado e se o professor ensina a "defesa pessoal" visse e versa. O melhor é ensinar ambos (como é feito até hoje por alguns Sensei's)

  • Principais diferenças entre combate esportivo e combate real: 1. na academia, você luta um contra um, num ângulo de visão direcionado para frente; na rua, você luta contra mais de um adversário, e seu ângulo de visão é de 360 graus, pois tem de movimentar-se para todos os lados continuamente. 2. na academia, você luta contra um adversário normalmente desarmado, exceto se sua arte marcial é especializada em armas (Esgrima olímpica, Arnis filipino, Kenjutsu / Kendo, Silat malaio, Penchak indonésio, Kobudo, Ninjutsu, etc); na rua, você lutará contra vários adversários, quase sempre armados de facas, facões, pedaços de paus, correntes, canivetes, ou mesmo arma de fogo. 3. na academia, você tem um árbitro, um instrutor ou médico, para marcarem o tempo, observarem as regras da sua modalidade ou prestar primeiros socorros; na rua, não há nenhuma regra, tempo, nem ninguém para defender ou socorrer você. 4. na academia, você se encontra num ambiente seguro, o que torna seu psicológico adestrado para condições previsíveis; na rua, você é exposto a situações completamente caóticas, seu psicológico é posto na mais alta pressão, em situação de vida ou morte, e se ele não for treinado para isso, você corre sério risco de lesões graves, mutilações, hemorragias, até mesmo morrer. 5. na academia, o ambiente é normalmente fechado, ou delimitado, e você não se preocupa com esse aspecto; na rua, você tem que procurar o tempo todo por uma saída, por onde há uma rota de fuga, ou quais objetos do local podem ser usados como arma, para você focar numa coisa só: salvar sua vida e a de terceiros. Concluindo: o combate esportivo está longe de preparar para a realidade das ruas, somente artes marciais que treinam simulações de situações reais é que deixam o praticante mais preparado e, mesmo assim, ninguém está 100% preparado para todas as situações. Um detalhe importante, tomando em conta artes marciais que desenvolvem técnicas no chão: na rua, você não pode se enrolar no solo contra um agressor, porque poderá fatalmente ser atingido por trás, por outros agressores, com uma facada, uma garrafada na cabeça, uma pedrada, um chute, etc! Na rua, o pior lugar para lutar é no chão, a não ser contra um adversário só, nunca contra vários! Não se pode vender ilusões: NENHUMA ARTE MARCIAL SALVA, porque todas, sem exceção, têm pontos fortes e todas têm pontos fracos; se quisermos o melhor preparo, temos que praticar de tudo, tirar o melhor de cada arte marcial e ficar com o que funciona de cada uma, tirando fora o que não funciona. Esta é minha humilde opinião.

  • Tomaz Pimentel says:

    Concordo o problema é a falta do currículo que o mestre Hélio passou. Por exemplo como desarmar. A maioria das academias já inicia no chão. E defesa pessoal não começa com um toque de mão no chão. A grande discussão acredito ser essa. Mas a visão do mestre também está correta. O que não está é o ensino a fora mesmo muitas GBS por ser tão grande a quantidade a dificuldade de acompanhar.

  • Luciano de Camargos says:

    Acho que o existe sim diferença entre o jiu jitsu moderno e o jiu jitsu ensinado pelo Hélio Gracie, o jiu jitsu de hoje foca posições de competição, por exemplo guarda delariva, berimbolo, e aí vai, não servem absolutamente nada pra defesa pessoal, quando eu entrei no jiu jitsu eu buscava aprender defesa pessoal, mas vi que não aprendi quase nada, somente posições para lutar em um tatame, ou seja competição, gostaria de ver um dia o jiu jitsu que Hélio Gracie ensinava sendo usado nas academias

  • Só esqueceu um detalhe: hoje em dia 90 POR CENTO das academias do Brasil não ensinam defesa pessoal. Começam ensinando fuga de quadril, ora, quer dizer que na rua o individuo vai se deitar no chão e chamar o agressor pra guarda? Como o sr quer que um praticante de JJ esportivo se defenda na rua se começa treinando de joelho? Não treina projeções. Vamos falar sério seu Carlos Gracie, o sr quer defender a sua federação que abrange o JJ esportivo, mas não vamos ser hipócritas. Que as projeções sejam tão cobradas quanto as posições do JJ esportivo ao longo das graduações. Que se crie um currículo universal em que é obrigatório x horas de defesa pessoal de um iniciante, para depois começar a praticar contra alunos mais graduados e lapidar a sua defesa pessoal, evoluindo assim, e ao natural entrando em competições. Essa seria e era a posição do grande mestre Hélio, só que o marketing e o business da competição tomou a frente da tradição e isso de toda a forma tá equivocado.
    To com Rickson e Relson toda vida nessa história.

  • Miguel Marques says:

    Hoje em dia onde os playboys são os que mais aprendem jiu jitsu para machucar os outros , a distinção não faz a mínima diferença . O povo tem que se defender até de gente que já sabe .

  • A maior parte dos professores são voltados para o esporte. Nunca vi um professor de jiu jitsu ,sem ser o Feu bjj,
    que fale sobre filosofia, que ensine as técnicas que não podem ser usadas na competição.
    Jiu jitsu competitivo pra mim é esporte não arte marcial.

  • Felipe mente aberta. Resiliência says:

    Bom eu acho errado o cara aprender jiu-jitsu sem antes aprender a defesa pessoal os mestres Hélio Greice e o carlso Greice primeiro ensinava a defesa pessoal ou seja primeiro o indivíduo aprendia a auto defesa e depois era introduzido a outra coisas.

  • Thiago Silva says:

    Infelizmente onde eu treino e sou faixa branca, não aprendo jiu-jitsu para cenários onde há socos, chutes, cabeçadas, movimentos aleatórios, levantar e jogar no chão, etc.
    Acho que entendi o que ele explicou, mas esse video do Ryron e do Rener acho muito importante também.
    https://www.youtube.com/watch?v=e864iZ4sB8Q

  • 1º) Jiu jitsu Old School estilo Rolls Gracie e Carlson Gracie: Treino iniciava em pé, aprendia defesa de golpes traumáticos, às vezes tinha treino de taparia e o enfoque era para situações reais (respeitando as devidas proporções).
    2º) Jiu jitsu moderno/atualidade: Treino inicia sentado no chão ou já deitado, o atleta expõe o rosto a todo o tempo, não se aprende a defender-se de golpes traumáticos, na maior parte do tempo os lutadores ficam de perna pra cima, de cabeça pra baixo, dando pirueta e o enfoque são os campeonatos. Quer dizer que o Jiu jitsu não mudou? Tire suas próprias conclusões.

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